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sábado, 14 de janeiro de 2012

TECNOLOGIA O LED:COMO ELA VAI REVOLUCIONAR AS TELAS

Telas mais finas e com qualidade surpreendente, quem não quer? Pois é exatamente isso que as novas telas OLED estão oferecendo para as fabricantes que aderem a elas. Criadas com LED (diodo emissor de luz) orgânico (por isso OLED), elas prometem revolucionar não apenas as telas de televisores, mas todo o mercado de eletrônicos.

Versátil como poucos, este material já vem sendo empregado em aparelhos de televisão, leitores digitais e consoles portáteis, sendo que nos próximos anos, outros tipos de dispositivos também devem passar a empregar o OLED.  Pois além das vantagens na qualidade de imagem, a espessura das telas é um grande apelo comercial.

Por que orgânico?


Talvez o conceito de “orgânico” seja um pouco confuso. Tente lembrar-se de suas aulas de química do Ensino Médio: “em linhas gerais orgânico é tudo aquilo que possui carbono em sua composição”. Pois é exatamente isto que é o OLED: LEDs compostos por camadas de compostos carbônicos. E por que usá-los? Porque eles emitem luz própria.

Quando estimulado eletricamente, os diodos emitem luz em milhões de cores e com potência suficiente para dispensar a utilização de backlights. Essa ausência é o que permite que a espessura das telas OLED seja tão reduzida. Em suma, sem luz de fundo, camadas do aparelho são deixadas de lado.

Quem está financiando?


Hoje há várias empresas que utilizam o OLED em seus aparelhos, mas até alguns anos atrás a história era bastante diferente. Em 2004, as duas empresas que mais investiam nesta tecnologia eram Samsung e Sony, tanto que elas foram as primeiras a lançarem protótipos de televisores OLED, como a Sony XEL-1.

Tudo começou a mudar quando a tecnologia foi conhecida pelos portáteis. Há uma enorme quantidade de celulares e MP4 players que utilizam OLEDs em suas telas. Em 3 ou 4 polegadas, o consumo de energia torna-se baixíssimo e garante maior durabilidade para as baterias, o que agrada bastante aos consumidores. Talvez você não esteja lembrado de muitos aparelhos OLED, mas isso é porque ele aparece com seus dois “sobrenomes” nas especificações.


AMOLED e PMOLED: diferenças de matriz


A matriz que é tão comentada pela imprensa especializada em tecnologia, não é nada mais do que uma película TFT (Thin-Film Transistor). Duas camadas deste material compõem a matriz, que será considerada ativa ou passiva, de acordo com a técnica de ativação dos pixels.

AMOLED: matriz ativa


Nas telas de matriz ativa OLED, cada pixel é ativado individual e diretamente. Ou seja, as informações são transmitidas de forma dinâmica na tela, pois os circuitos eletrônicos são ativados sem interferência de outros componentes. Em resumo: os circuitos ativam os LEDs eletricamente para que emitam luz diretamente nos pixels necessários.

PMOLED: matriz passiva


Enquanto telas AMOLED ativam pixels diretamente, os circuitos eletrônicos das telas de matriz passiva realizam um processo diferente. Os pixels não são ativados diretamente, mas sim por intersecções entre comandos emitidos por linhas e colunas de energia. No encontro dos sinais, os pixels emitem luz e constroem as imagens na tela.

Qual é melhor?

Em dispositivos pequenos não há grandes diferenças na qualidade de imagens e tempo de resposta das tecnologias, mas quanto maior a tela, mais é possível perceber a superioridade das telas de matriz ativa. AMOLED consome menos energia, pois demanda menos processos na construção de cada imagem.

Além disso, a qualidade de imagens obtida é superior. Por criar a iluminação de cada pixel individualmente, o tempo de resposta é mais reduzido do que o oferecido pelo sistema de matriz passiva. Por outro lado, o custo de produção dos AMOLEDs é maior, o que gera maiores gastos para os consumidores.

OLED: as grandes vantagens


Novas tecnologias geralmente encontram barreiras por parte dos consumidores, porque estando acostumados com determinado tipo de material, fica difícil aceitar mudanças drásticas, ainda mais quando não se conhecem as vantagens e desvantagens deste ou daquele produto.

Uma tela ou uma folha?


É natural que o OLED enfrente este mesmo tipo de dificuldade, mas muitos já estão conhecendo as vantagens trazidas pelos diodos orgânicos emissores de luz. A principal delas, como já dissemos, é também o maior apelo comercial que uma tela poderia ter: muitas polegadas de imagem com poucos centímetros de espessura.




Por não requerer mecanismos de luzes de fundo, o OLED pode ser muito mais fino do que qualquer outra tecnologia já criada. Dessa forma, painéis de iluminação são deixados de lado e o resultado é verificado em telas mais finas com consumo de energia reduzido.

Preto total: contraste de verdade


Ao contrário do que ocorre com televisores de LCD, as telas de OLED trabalham com pixels individuais, o que garante muito mais qualidade no contraste. Por quê? É simples: enquanto telas comuns precisam do backlight para que as imagens possam ser vistas, aparelhos OLED não demandam do mesmo.

Isso significa que em TVs de LCD, há sempre luminosidade sendo emitida em toda a tela. Por isso o que é preto, na verdade está mostrado em tons muito escuros de cinza. Já com aparelhos OLED, os pixels se apagam totalmente e por não existir luz de fundo, o que é preto fica realmente preto.

Ângulos de visão


Um dos problemas da nova geração de televisores (LCD, Plasma e similares) é o reduzido ângulo de visão oferecido. Em muitos aparelhos é realmente complicado enxergar se o espectador não está localizado à frente da fonte. Melhorando a cada dia, esta dificuldade parece estar quase esgotada com a chegada dos OLEDs.



Calcula-se que a percepção seja satisfatória numa angulação de 170 graus, o que representa avanços significativos. Dessa forma, até mesmo quem está quase paralelo ao televisor, por exemplo, pode visualizar as imagens geradas sem problemas.

Flexibilidade garantida


Já imaginou como seria maravilhoso se uma tela pudesse ser torcida e não quebrasse? O OLED já permite isso, porque pode ser composto com lâminas plásticas ou metálicas que garantem a flexibilidade dos materiais. Este tipo de material já pode ser visto em alguns protótipos de telas para leitores digitais, como é o caso da utilizada pelo Skiff Reader, da Hearst Corp.

Há quem diga que no futuro será possível comprar roupas inteligentes, ou seja, roupas que mudam suas estampas de acordo com a vontade do usuário. Isso porque são telas OLED flexíveis costuradas em tecido. Não se sabe ao certo se isso possuiria aplicação comercial, mas a flexibilidade para e-reader é uma vantagem que chama bastante atenção.



Desvantagens: o outro lado da balança

Não se pode dizer que o OLED é perfeito, até porque ainda é uma tecnologia em desenvolvimento e tem muito em que melhorar. Confira quais são os pontos mais criticados em relação ao OLED e saiba em que precisa ficar atento quando os próximos aparelhos com a tecnologia chegarem ao mercado.

Cores: cadê meu azul?

Apesar de as cores do OLED oferecem maior profundidade do que outras telas, os aparelhos OLED apresentam uma falha ainda sem explicações concretas. Os diodos azuis perdem a eficiência muito rapidamente, o que gera problemas após algum tempo de utilização.
Com tempo de uso relativamente curto, é possível notar reduções significativas no balanço de cores. Mas é preciso dizer que os departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento das fabricantes lutam diariamente contra isso e já fazem progressos animadores, o que dá dicas de que em um futuro próximo a história será bem diferente.


Economia de energia? Nem sempre!


Mesmo que, em geral, o OLED seja mais econômico do que outros materiais, há momentos em que a história é invertida e ele se mostra pouco eficiente. Quando há predominância da cor branca na tela, todos os diodos são ativados com potência total, o que gera um consumo de energia até 300% maior do que o normal.

Isolamento insatisfatório


É verdade que ninguém vai jogar um copo d’água sobre os televisores para saber se eles são resistentes ou não, mas telas OLED sofrem muito com a umidade. O isolamento utilizado ainda não é adequado para garantir o tempo de vida útil esperado pelos consumidores, o que significa dores de cabeça constantes para quem vive em cidades úmidas.


Os principais leitores digitais do mercado utilizam a tecnologia e-ink para gerar os conteúdos na tela. Simulando papel e tinta de verdade, com perfeição, esse material é muito confortável aos olhos e quase não reflete a luz externa, já que utiliza essa mesma luz para permitir que os usuários leiam seus textos (e-ink não emite luz).

70% dos dispositivos com Android e Chrome OS EUA agora são da Microsoft

Companhia fecha parceria com mais uma aliada e domina cada vez mais o mercado de produtos móveis .
(Fonte da imagem: Divulgação / LG)

Em agosto, o Tecmundo noticiou que a Microsoft havia garantido direitos sobre metade dos gadgets produzidos para rodar Android via Original Design Manufacturer (ODM). Agora, a companhia de Redmond assinou mais um contrato de patentes, expandindo esse número para 70% do total nos Estados Unidos.

A parceira da vez foi a LG, que assinou um contrato com a Microsoft garantindo o direito (e parte dos lucros) da empresa fundada por Bill Gates sobre tablets, smartphones e outros eletrônicos que rodem plataforma Android. O pacote ainda inclui dispositivos que rodem o Chrome OS.

Além de mostrar o domínio da Microsoft, que iniciou o sistema de acordos por patentes ainda em 2003, a notícia é uma pista de que a LG está trabalhando no lançamento de Chromebooks para um futuro não muito distante.

No seu aniversário de 30 anos da sua divisão de hardware, Microsoft lança dois novos mouses

Edição limitada do Arc Touch Mouse, equipamento sem fio e sensível ao toque, vem para comemorar as três décadas da Microsoft Hardware.


Dois novos modelos do Arc Touch lançados em comemoração aos 30 anos da Microsoft Hardware. (Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)
Iniciada em 1982, a divisão de hardware da Microsoft, obviamente nomeada de Microsoft Hardware, completa 30 anos de existência em 2012. Para celebrar o sucesso de sua incursão no populoso mundo de periféricos, a representante de Redmond acaba de lançar uma edição limitada do garboso mouse Arc Touch.

O mouse foi lançado originalmente no início de 2011 e surpreendeu por combinar estilo e funcionalidade em um dispositivo que parece não ter como ganhar muito mais novidades. Agora, no começo de um novo ano, a Microsoft apresenta dois modelos do Arc Touch Mouse Limited Edition.

A diferença entre ambos fica apenas na cor: o Sangria Red Diamond é cor-de-vinho e o Cement Gray é acinzentado. Eles já estão à venda no site oficial da fabricante do Windows, e cada um deles sai por US$ 59,95 (aproximadamente R$ 110).

iPhone 5 pode ser mais fino e compatível com todas as redes 3G e 4G

Enquanto nenhuma informação oficial sobre o iPhone 5 surgir, não vão faltar notícias envolvendo rumores sobre características técnicas do próximo smartphone da Apple. A aposta da vez, de acordo com o BGR, diz respeito ao design e à conectividade do aparelho.

Em um relatório, a analista Katy Huberty afirmou que a Apple continuará a crescer na área de smartphones, apesar desse mercado não estar tão aquecido. Além disso, ela acredita em um design bem menor para o iPhone 5, que ainda teria um conjunto de chips que permitiria o acesso à internet a partir de qualquer rede LTE 3G ou 4G.

Fugindo dos celulares, Huberty falou que o iPad 3 pode chegar ainda no primeiro semestre deste ano, seguido por uma queda de preços do segundo modelo do tablet. Será que ela acerta algum dos palpites?

Teste com Arrows Eltra Slim, celular mais fino do mundo

À prova d’água, smartphone da Fujitsu tira o trono do Razr com louvor.



Quem nunca derrubou água no celular? Ao fazer isso com um smartphone, por menor quantidade que seja, agimos desesperadamente para salvá-lo – dinheiro não dá em árvore e ninguém quer ficar sem alto falantes. 
É por isso que a linha de celulares e tablets da Fujitsu, de nome Arrows, impressiona. Além de possuir um design ultrafino, ela é totalmente à prova d’água. Não confundir com resistente à água, você realmente pode afundá-la em uma vasilha cheia que nada acontece. 

Especificações do Arrows Ultra Slim

  • Android 2.3 Gingerbread

  • Tela de 4 polegadas WVGA AMOLED com Gorilla Glass

  • Processador Qualcomm MSM8655 1.4 GHz single-core

  • 1 GB de memória RAM

  • 2 GB de memória interna (expansível com microSD de até 32 GB)

  • Câmera traseira de 5.11 megapixels com autofoco

  • Porta micro USB

Esta versão é, por enquanto, a mais fina do mundo, com espessura de 6.7 mm, detonando os 10.6 mm do Motorola Razr. Porém, não se anime, o aparelho está sendo vendido apenas no Japão e tem previsão de chegar este ano na América do Norte.

(Fonte da imagem: Divulgação/Fujitsu)

Facebook anuncia evento para o dia 18 de Janeiro


Convite não dá pistas
Empresa enviou convites sem deixar pistas sobre o assunto do encontro
Facebook, maior rede social do planeta, está enviando convites para alguns membros da imprensa chamando-os para um evento a ser promovido pela companhia na cidade de São Francisco, no próximo dia 18 de janeiro.
A mensagem enviada pela empresa, no entanto, não dá nenhuma pista sobre o assunto a ser tratado no encontro, mas pede confirmação prévia dos convidados e não permite a transferência do convite.
Pela época do ano, especula-se que seja algum produto novo ou, então, anúncios relativos a transações financeiras da empresa de Mark Zuckerberg. Pelo menos, para os curiosos mais afoitos, drinks e aperitivos serão servidos.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

O Android está chegando aos PCs

Enquanto a Microsoft prepara-se para rodar o Windows em processadores ARM (que são usados na maioria dos smartphones do mundo), a Google faz o caminho inverso, seguindo na direção dos chips x86 (que rodam Windows 32 bits). A gigante da internet está aparentemente prestes a oficializar apoio aos processadores da Intel para o Android.
A Intel está prometendo para janeiro de 2012 o lançamento de processadores Intel Atom série E6xx para Android 2.3 Gingerbread. É a grande esperança da fabricante em se tornar mais competitiva no segmento móvel, área em que ela atualmente come poeira dos concorrentes.

Hoje, os chips da Intel dominam o cenário de desktops, notebooks e netbooks, enquanto os da ARM arrebatam o mercado móvel (smartphones e tablets). Com essa mudança, a Google pode estar rompendo uma barreira invisível, e além de trazer o chip da Intel para o mercado móvel, seu sistema operacional Android pode estar chegando com força aos computadores.
Um dos maiores problemas para os processadores da Intel é que eles tendem a consumir muito mais energia do que os chips concorrentes do mercado, fazendo com que a vida útil da bateria dos dispositivos móveis dure menos. A fabricante diz que vai otimizar o sistema operacional Gingerbread para que obtenha um desempenho melhor.
A pergunte que fica é: será que otimizar o Android será suficiente para fazer com que os dispositivos tenham uma bateria com desempenho pelo menos igual ao dos concorrentes?

Lei de Moore é complementada:eficiência de computadores dobra a cada 18 meses


Em 1965, ao formular a chamada “Lei de Moore”, um funcionário da Intel previu que os transistores em um chip dobrariam a cada 18 meses, aumentando assim o poder de processamento. Agora, em 2011, um estudo conseguiu provar que Gordon Moore estava no mínimo muito próximo da realidade.
Conduzida por Jonathan Koomey, professor de engenharia na Universidade de Stanford, a pesquisa afirma que não o poder, mas a eficiência dos processadores dobra nos mesmos 18 meses previstos por Moore. As informações foram obtidas em parceria com a Microsoft e a Intel, a partir de dados coletados antes mesmo da formulação da lei original.
Segundo o TechnologyReview, a nova máxima da informática aposta que o consumo de bateria vai diminuir com o tempo, mas a eficiência no desempenho das máquinas deve continuar crescendo. Desse modo, a lei de Moore seria ampliada, pois se pensava apenas em poder de processamento na década de 1960, enquanto a durabilidade da bateria, por exemplo, era totalmente ignorada.
Para Koomey, o que comprova sua teoria são os aparelhos móveis, como notebooks, tablets e smartphones: apesar do menor tamanho e consumo de energia, eles continuam recebendo melhorias em desempenho. Além disso, segundo o pesquisador, essas atualizações não teriam limite, dependendo apenas da inteligência humana.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Próxima versão do Android deve se chamar Jelly Bean


Depois do “sanduíche de sorvete” (Ice Cream Sandwich), a Google decidiu nomear a versão seguinte do Android como jujuba (Jelly Bean). As informações partem de fontes consultadas pelo site This Is My Next, que afirmam que a companhia ainda não decidiu a versão do sistema operacional correspondente ao novo nome.
Os informantes do site também afirmam que essa versão do Android será responsável por trazer mudanças substanciais, inicialmente programadas para o Ice Cream Sandwich e depois adiadas pela Google. Porém, isso não significa uma falta de novidades para o lançamento, que deve unificar de vez o visual do sistema operacional em tablets e smartphones.
Com data de lançamento ainda bem distante, são grandes as chances de que o nome Jelly Bean sequer chegue a ser adotado oficialmente pela Google. Porém, devido à falta de sobremesas começando com a letra J, são grandes as chances de que o nome se mantenha – como tradição, a empresa escolhe novos apelidos baseados na ordem estabelecida pelo alfabeto.

Conceito do iPhone 5 possui design utrafino e recursos holográficos[video]


Com a aproximação do final do ano e da possível revelação do iPhone 5, os rumores esquentam sobre as características da nova geração do smartphone da Apple. Em meio à enxurrada de boatos, o pessoal da Aatma Studio resolveu explorar sua criatividade e criar o seu próprio conceito do aparelho.
Tendo como base algumas notícias que circularam pela web nos últimos meses, os designers moldaram o iPhone 5 com um design extremamente fino e leve, teclado laser que pode ser projetado e um display holográfico, com o qual seria possível reproduzir vídeos no gadget de maneira mais cômoda.
Obviamente, a gravação apresenta apenas um conceito. Para não dizer impossível, é improvável que vejamos tais funcionalidades no iPhone 5. Contudo, não podemos duvidar do avanço tecnológico da Maçã, e esses mecanismos podem aparecer em gerações futuras.
Para saber tudo sobre o que andam falando do novo dispositivo da Apple, confira o artigo “iPhone 5: todos os boatos e rumores - até agora”.