Com o objetivo de que os aparelhos eletrônicos do futuro dispensem o uso de baterias, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Georgia, Estados Unidos, desenvolveram um microchip capaz de transformar batidas cardíacas e movimentos corporais em energia. Assim você recarregaria dispositivos eletrônicos sem precisar de uma tomada.
A nova tecnologia, apresentada na Exposição e Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química, usa telas de cristal líquido (LCD) e diodos, bem como radiotransmissores para armazenar a energia gerada. Para o pesquisador Zhong Lin Wang, líder do projeto, “esta evolução representa um marco para a produção de dispositivos eletrônicos portáteis que podem ser alimentados por movimentos do corpo, sem o uso de baterias ou tomadas elétricas”.
Durante os experimentos, os microchips foram capazes de obter 3 volts, o equivalente a duas pilhas AA (as de tamanho “tradicional” usadas em eletrônicos e controles remotos). Apesar de parecer pouco, essa quantidade de energia é um passo inicial rumo a algo que pode, em um futuro, dispensar o uso de fontes convencionais de energia para os portáteis.
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domingo, 3 de abril de 2011
O PREÇO DA INFORMÁTICA:O COMPUTADOR JÁ CUSTOU MAIS QUE UM CARRO
Quando chegamos a algum mercado ou loja especializada em computadores e nos deparamos com valores inferiores aos R$ 2 mil, fica difícil acreditar que cerca de 15 anos antes era impossível comprar uma máquina com configurações aceitáveis por menos do dobro deste valor.
Para sermos mais exatos, os R$ 4 mil de 1996 equivalem a R$ 12.691 de hoje, conforme atualização monetária com base na taxa inflacionária (índice INPC). Ou seja, a redução no valor não foi de apenas 50%, mas de 85%. Mas por que será que os computadores custavam tanto se não possuíam a mesma potência de hoje?
Em se tratando de informática, não é diferente. Os componentes de hardware sempre são lançados com valores altos que, com o passar do tempo, são reduzidos. Um dos fatores que mais contribui para a redução nos preços é a evolução tecnológica, pois quando são lançados novos produtos, é necessário reduzir os valores dos mais antigos para que eles não fiquem presos nas fábricas.
Fazendo uma análise bastante rústica, pode-se pensar da seguinte forma: o que aconteceria com os novos eletrônicos, se os antigos não tivessem seus preços reduzidos? Seria necessário vender cada geração com preços mais elevados, resultando em valores astronômicos para peças simples dos computadores.
Para entender melhor como funciona o esquema de ciclo de vida dos computadores e outros eletrônicos, confira este artigo completo que o Baixaki preparou no final de 2010.

Os computadores Kenbak-1 possuíam 256 bytes de memória RAM, não apresentando processador. No lugar dele, a máquina trabalhava com ciclos de instrução de máquina de um microssegundo, o que seria equivalente a um processador de 1 MHz. Ele chegou às lojas por 750 dólares, valor que hoje seria equivalente a 4.098 dólares americanos.
Para resolver este impasse, Steve Jobs deu declarações de que aumentaria o preço dos computadores para 777 dólares, assim as acusações cessariam. O Apple I foi o primeiro aparelho a ser lançado completamente montado, sendo que só era necessário acrescentar um teclado e um monitor para que ele pudesse ser utilizado.

Desde o lançamento do primeiro Apple até a última geração dos iMacs, 35 anos se passaram e muito da computação evoluiu. De volta às análises financeiras: a máquina com processador de 1 MHz custava 666 dólares sem monitor, hoje um iMac com monitor integrado pode ser encontrado por cerca de 1.199 dólares.
Corrigindo os valores com base na inflação norte-americana, os 666 dólares se transformam em 2.590 dólares. Ou seja, um computador atual, com processador de 3 GHz e 4 GB de memória custa menos da metade do que custaria um Apple I.

Hoje, 1 MB de memória custa 1 centavo de dólar e não serve para quase nada. Um pente de memória de 1 GB pode ser encontrado por cerca de 13 dólares. Portanto, montar um computador com 4 GB de memória (média para computadores pessoais) custa menos de 100 dólares, cerca de 10% do que seria gasto com 1 MB há 25 anos.
Como acontece com qualquer produto, o ciclo de vida das memórias RAM é encerrado com o lançamento de memórias mais potentes. Hoje, os pentes que custam mais são os de memória Flash, que devem ter os preços reduzidos de acordo com o tempo. É provável que em 20 anos, outros tipos de memória sejam lançados e os atuais padrões fiquem na história, assim como aconteceu com pentes DIMM.
Hoje, o processador Intel Core i3 (versão mais modesta da nova família de processadores da Intel) oferece aos seus usuários 382 milhões de transistores em uma arquitetura de apenas 32 nanômetros. Enquanto o 386 oferecia clocks de 10 a 40 MHz, os atuais i3 podem chegar a 3 GHz, até 250 vezes mais rápidos.

Não adianta ter computadores se não existir um disco rígido para armazenar os dados. Nas máquinas atuais não é possível imaginar menos de 300 GB, sendo que a média dos HDs é de 500 GB. Imaginando que um disco com essa capacidade custa cerca de 35 dólares, cada gigabyte sai por volta de 7 centavos de dólar.
Em 1980, o valor pelo mesmo gigabyte era de 193 mil dólares. Considerando o disco rígido da Morrow Designs de 26 MB, que custava cerca de 5 mil dólares, seriam necessários 38 deles para que 1 GB de arquivos pudesse ser armazenado por completo.
Já imaginou o quanto você gastaria para que fosse possível instalar todos os seus programas favoritos ou baixar todas as músicas que possui no seu HD atual? O valor fica ainda mais absurdo se atualizarmos os valores de 1980 para a cotação atual do dólar: neste caso, 1 GB de HD custaria 518 mil dólares.
Em 1970, um carro popular podia ser comprado por cerca de 3 mil dólares (17 mil dólares atuais). Com a mesma quantia, seria possível comprar um computador e meio, com as configurações mais básicas da época. Atualmente, computadores com configurações consideradas aceitáveis custam menos de 1 mil dólares, enquanto carros populares custam os mesmos 17 mil.
Comparando em números mais brutos, pode-se dizer que, enquanto 40 anos atrás era possível trocar um carro por um computador e meio (ou um computador mais potente), hoje com o preço de um carro popular é possível adquirir 15 computadores capazes de rodar os principais aplicativos do mercado.
Para sermos mais exatos, os R$ 4 mil de 1996 equivalem a R$ 12.691 de hoje, conforme atualização monetária com base na taxa inflacionária (índice INPC). Ou seja, a redução no valor não foi de apenas 50%, mas de 85%. Mas por que será que os computadores custavam tanto se não possuíam a mesma potência de hoje?
A onda dos valores
A tecnologia trabalha em ciclos muito bem definidos. Aparelhos que custam muito têm seus valores reduzidos gradativamente até que cheguem aos preços mais populares, então surgem novas tecnologias, fazendo com que a curva dos preços volte a subir e o ciclo se repita. Isso pode ser percebido com televisores e suas diferentes tecnologias: CRT, LCD, Plasma, LED e os novos modelos 3D que ainda estão com preços altíssimos.Fazendo uma análise bastante rústica, pode-se pensar da seguinte forma: o que aconteceria com os novos eletrônicos, se os antigos não tivessem seus preços reduzidos? Seria necessário vender cada geração com preços mais elevados, resultando em valores astronômicos para peças simples dos computadores.
Para entender melhor como funciona o esquema de ciclo de vida dos computadores e outros eletrônicos, confira este artigo completo que o Baixaki preparou no final de 2010.
Os primeiros computadores pessoais
Até o começo da década de 1970, os computadores eram limitados aos bancos e outras empresas que podiam gastar milhões de dólares para acelerar o processo de cálculo de algumas tarefas. Estas máquinas eram conhecidas como mainframes e não faziam muito mais do que calculadoras poderiam fazer (logicamente, com um fluxo muito mais elevado).Fonte da imagem: Lawrence Livermore National Laboratory
A história continuou sendo escrita da mesma forma até meados de 1971, quando o computador Kenbak-1 foi lançado. Segundo o Computer History Museum, apenas 40 exemplares do computador foram produzidos pela Kenbak Corporation.Os computadores Kenbak-1 possuíam 256 bytes de memória RAM, não apresentando processador. No lugar dele, a máquina trabalhava com ciclos de instrução de máquina de um microssegundo, o que seria equivalente a um processador de 1 MHz. Ele chegou às lojas por 750 dólares, valor que hoje seria equivalente a 4.098 dólares americanos.
Apple e a popularização dos computadores
Ainda na década de 1970, Steve Jobs e Steve Wozniak fundaram a Apple e lançaram o Apple I, que em 76 seria responsável pela entrada da empresa no mercado de tecnologia mundial. O computador chegou às lojas custando 666 dólares (equivalente a 2.590 dólares atuais), o que gerou muitos comentários negativos por parte de religiosos norte-americanos.Para resolver este impasse, Steve Jobs deu declarações de que aumentaria o preço dos computadores para 777 dólares, assim as acusações cessariam. O Apple I foi o primeiro aparelho a ser lançado completamente montado, sendo que só era necessário acrescentar um teclado e um monitor para que ele pudesse ser utilizado.
Fonte da imagem: Bilby
No ano seguinte surgiu o Apple II, já com processador com clock de 1 MHz e 4 KB de memória RAM. O sucesso de vendas impulsionou outras empresas a criarem computadores pessoais, o que foi de extrema importância para a popularização desses aparelhos. Foi nessa época que as máquinas passaram a desempenhar funções mais complexas, como a geração de gráficos coloridos.Desde o lançamento do primeiro Apple até a última geração dos iMacs, 35 anos se passaram e muito da computação evoluiu. De volta às análises financeiras: a máquina com processador de 1 MHz custava 666 dólares sem monitor, hoje um iMac com monitor integrado pode ser encontrado por cerca de 1.199 dólares.
Corrigindo os valores com base na inflação norte-americana, os 666 dólares se transformam em 2.590 dólares. Ou seja, um computador atual, com processador de 3 GHz e 4 GB de memória custa menos da metade do que custaria um Apple I.
Fonte da imagem: divulgação/Apple
Para que fosse possível se obter a potência de processamento de um computador iMac, seria necessário somar o poder de 3 mil computadores trabalhando simultaneamente para uma única tarefa. Logicamente isso não seria viável, mas vale lembrar que estamos utilizando estes números em caráter ilustrativo.1 MB de RAM já custou o mesmo que um notebook
Há 25 anos, possuir 1 MB de memória RAM instalado no computador era mais do que suficiente para qualquer um. Mas não era qualquer usuário que poderia comprar “tanta” memória, visto que cada pente de 512 KB não saía por menos de 400 dólares. Um megabyte chegou a custar 859 dólares em 1985 (valor corrigido: 1.766 dólares).Hoje, 1 MB de memória custa 1 centavo de dólar e não serve para quase nada. Um pente de memória de 1 GB pode ser encontrado por cerca de 13 dólares. Portanto, montar um computador com 4 GB de memória (média para computadores pessoais) custa menos de 100 dólares, cerca de 10% do que seria gasto com 1 MB há 25 anos.
Processadores já trabalharam com megahertz
Quando os processadores Intel80386 (os populares 386) chegaram ao mercado em 1985, eles possuíam 275 mil transistores ocupando cerca de 1,5 micrômetros. Custando 299 dólares (valor corrigido: 614 dólares), continuaram a ser vendidos até 1994, ano em que a nova arquitetura Pentium chegou aos computadores pessoais.Hoje, o processador Intel Core i3 (versão mais modesta da nova família de processadores da Intel) oferece aos seus usuários 382 milhões de transistores em uma arquitetura de apenas 32 nanômetros. Enquanto o 386 oferecia clocks de 10 a 40 MHz, os atuais i3 podem chegar a 3 GHz, até 250 vezes mais rápidos.
Fonte da imagem: CPU Grave Yard
Podendo ser encontrados por valores que permeiam os 315 dólares, seria possível dizer que os processadores tiveram todo esse aumento de potência sendo acrescidos apenas 15 dólares em seu preço. Isso já seria bom, mas se levarmos em conta os valores corrigidos do dólar, podemos afirmar que o valor do processador foi reduzido em 300 dólares.Armazenar é preciso
Em 1980, o valor pelo mesmo gigabyte era de 193 mil dólares. Considerando o disco rígido da Morrow Designs de 26 MB, que custava cerca de 5 mil dólares, seriam necessários 38 deles para que 1 GB de arquivos pudesse ser armazenado por completo.
Já imaginou o quanto você gastaria para que fosse possível instalar todos os seus programas favoritos ou baixar todas as músicas que possui no seu HD atual? O valor fica ainda mais absurdo se atualizarmos os valores de 1980 para a cotação atual do dólar: neste caso, 1 GB de HD custaria 518 mil dólares.
Um carro ou um computador?
Há alguns anos esta pergunta era feita para pessoas que tinham algum dinheiro guardado, pois dificilmente elas poderiam comprar os dois ao mesmo tempo. Exatamente, cerca de 40 anos atrás não existiam computadores populares e todos eles custavam mais do qualquer um imagina pagar em máquinas tão simples.Em 1970, um carro popular podia ser comprado por cerca de 3 mil dólares (17 mil dólares atuais). Com a mesma quantia, seria possível comprar um computador e meio, com as configurações mais básicas da época. Atualmente, computadores com configurações consideradas aceitáveis custam menos de 1 mil dólares, enquanto carros populares custam os mesmos 17 mil.
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Você já havia imaginado que os computadores podiam chegar a custar tanto quanto um carro? Deixe um comentário para contar ao Baixaki se você pagaria por um computador com os preços que eram cobrados na década de 1980.
LENOVO MINI WIRELESS KEYBOARD N5901
O Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901 é um conjugado de teclado e mouse wireless que vem em formato mínimo, quase do tamanho de um celular. Um tipo de gadget pouco conhecido, mas que para muitos pode ser de extrema utilidade.
O produto segue a linha HTPC (Home Theather Personal Computer), conceito estadunidense que simboliza a junção de seu computador, sistema de som e televisão, deixando tudo devidamente conectado.
O papel do dispositivo é se oferecer como uma alternativa para que você use o teclado e o mouse diretamente do seu sofá. Além disso, ele também é muito útil para apresentações em reuniões ou palestras, uma vez que pode funcionar perfeitamente como um controle para slides, vídeos e outros documentos.
O gadget da Lenovo conta com conexão Wi-Fi de 2.4 GHz através de um mini conector USB e alcance superior a dez metros, trackball com dois botões, teclado com 73 teclas (nada mal para um dispositivo portátil) e funciona com duas pilhas palito. A previsão de lançamento no Brasil é para junho de 2011, ainda sem preço estipulado.
Apesar de ter sido testado somente no Windows 7, relatos na internet e especificações do fabricante dão conta de que o gadget também funciona normalmente nos Windows XP e Vista.
Logo ao pegar o Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901 nas mãos, você percebe que tanto o seu tamanho como seu desenho foram feitos para que ele seja o mais ergonômico e confortável possível.
O revestimento black piano dá ao dispositivo excelente aspecto visual. Além disso, aliado ao belo visual, o gadget conta também com uma construção muito sólida e confiável, mesmo pesando muito pouco.
Digitar também não é um problema e mesmo pessoas com dedos mais avantajados não encontram dificuldades. Isso porque as suas teclas apresentam um tamanho um pouco maior do que as encontradas na maioria dos smartphones, além de serem macias e confortáveis durante a utilização.

A trackball é extremamente sensível e você precisa “suar a camisa” para conseguir melhorar a sua utilização e dominá-la. Além disso, caso você esteja navegando e utilizando somente uma das mãos, não conseguirá mexer o mouse e clicar ao mesmo tempo, isso por conta da posição dos botões.
Talvez a adição de uma espécie de gatilho (semelhante aos controles do Wii, por exemplo) fosse a melhor opção para incrementar esta usabilidade.
Para os mais detalhistas, uma coisa que também chama a atenção é o fato da trackball ser um pouco barulhenta e, caso você esteja em um ambiente silencioso, é impossível não reparar no som de plástico raspando ao girá-la.
A princípio pode parecer um pouco de preciosismo, mas o fato é que são caracteres importantes e poderiam contar com uma tecla própria – substituindo “Shift” ou “Ctrl”, uma vez que estes constam em pares, da mesma forma que em um teclado normal.
Escrever textos um pouco maiores nele é praticamente impossível, bem como jogar ou realizar funções mais complicadas, como mexer em programas de edição de imagens ou tarefas semelhantes.
Entretanto, ele apresenta-se muito interessante para alguns usuários, como aqueles que buscam uma alternativa mais completa para controlar as suas apresentações acadêmicas ou profissionais.
Além destes usuários, se você tem em sua casa uma verdadeira central de mídia, com o computador ligado à sua televisão e busca por um produto compacto e de qualidade para mexer no PC sem sair do sofá, o Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901 é uma boa pedida.
O produto segue a linha HTPC (Home Theather Personal Computer), conceito estadunidense que simboliza a junção de seu computador, sistema de som e televisão, deixando tudo devidamente conectado.
O papel do dispositivo é se oferecer como uma alternativa para que você use o teclado e o mouse diretamente do seu sofá. Além disso, ele também é muito útil para apresentações em reuniões ou palestras, uma vez que pode funcionar perfeitamente como um controle para slides, vídeos e outros documentos.
O gadget da Lenovo conta com conexão Wi-Fi de 2.4 GHz através de um mini conector USB e alcance superior a dez metros, trackball com dois botões, teclado com 73 teclas (nada mal para um dispositivo portátil) e funciona com duas pilhas palito. A previsão de lançamento no Brasil é para junho de 2011, ainda sem preço estipulado.
Aprovado
Compatibilidade
O primeiro teste relacionado a este tipo de dispositivo refere-se à simplicidade encontrada para colocá-lo em funcionamento. Quanto a isso, a resposta do gadget conectado à máquina é instantânea, o que faz dele um confiável dispositivo plug and play (conecte e use).Apesar de ter sido testado somente no Windows 7, relatos na internet e especificações do fabricante dão conta de que o gadget também funciona normalmente nos Windows XP e Vista.
Design
O revestimento black piano dá ao dispositivo excelente aspecto visual. Além disso, aliado ao belo visual, o gadget conta também com uma construção muito sólida e confiável, mesmo pesando muito pouco.
Digitar também não é um problema e mesmo pessoas com dedos mais avantajados não encontram dificuldades. Isso porque as suas teclas apresentam um tamanho um pouco maior do que as encontradas na maioria dos smartphones, além de serem macias e confortáveis durante a utilização.
Completo
O teclado do dispositivo é bastante completo – principalmente se levarmos em conta o seu tamanho. Teclas que poderiam ser excluídas estão presentes, como o botão Windows; até mesmo um combinado de “Ctrl”, “Alt” e “Del” encontra-se presente. Além disso, comandos para o controle de vídeo também se encontram no teclado, localizados na sua parte superior.Padrão brasileiro
Este é um dos principais atrativos do Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901. Ao contrário de outros produtos importados, este, ao ser comercializado no Brasil, apresenta a nossa configuração de teclas, ou seja, você encontrará aqui a temida cedilha, além de todos os nossos acentos.Alcance
Este é outro ponto positivo deste gadget da Lenovo. Isso porque, se você tem uma sala realmente imensa, ou precisa de um dispositivo do tipo porque vive fazendo apresentações em auditórios saiba que alcance não é problema, já que ele continua funcionando mesmo há mais de dez metros de distância.Reprovado
Trackball
O mote principal do dispositivo é funcionar como um teclado e mouse básicos, para se utilizar o computador quando este se encontra ligado à televisão e você não quer sair do sofá. Todavia, se você deseja, navegar pela internet principalmente, encontra alguns pequenos problemas.A trackball é extremamente sensível e você precisa “suar a camisa” para conseguir melhorar a sua utilização e dominá-la. Além disso, caso você esteja navegando e utilizando somente uma das mãos, não conseguirá mexer o mouse e clicar ao mesmo tempo, isso por conta da posição dos botões.
Para os mais detalhistas, uma coisa que também chama a atenção é o fato da trackball ser um pouco barulhenta e, caso você esteja em um ambiente silencioso, é impossível não reparar no som de plástico raspando ao girá-la.
Ponto e vírgula na tecla função
Uma das grandes vantagens do Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901 é o fato de ele trazer o padrão brasileiro de teclas. Todavia, cada vez que você precisa lançar mão de pontos finais ou vírgulas, terá de utilizar a tecla “Função”.Usabilidade limitada
Apesar de ser bonito, funcionar bem e contar com uma grande marca por trás de sua construção, o fato é que o Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901 apresenta uma usabilidade bastante limitada.Escrever textos um pouco maiores nele é praticamente impossível, bem como jogar ou realizar funções mais complicadas, como mexer em programas de edição de imagens ou tarefas semelhantes.
Vale a pena?
Como dito anteriormente, ele não foi projetado para que o usuário jogue games em primeira pessoa ou escreva grandes textos, já que sua usabilidade é bastante específica.Entretanto, ele apresenta-se muito interessante para alguns usuários, como aqueles que buscam uma alternativa mais completa para controlar as suas apresentações acadêmicas ou profissionais.
Além destes usuários, se você tem em sua casa uma verdadeira central de mídia, com o computador ligado à sua televisão e busca por um produto compacto e de qualidade para mexer no PC sem sair do sofá, o Lenovo Mini Wireless Keyboard N5901 é uma boa pedida.
COMO UM COMPUTADORFAZ CÁLCULOS PELO SISTEMA BINÁRIO?
Os computadores utilizam o sistema binário para realizar cálculos durante o processamento de dados, enquanto os seres humanos usufruem do sistema decimal para fazer contas. Apesar de terem relação, esses sistemas funcionam de forma bem diferenciada.
Você não sabe como uma máquina consegue “pensar” com tanta agilidade e eficiência? O Tecmundo explica de maneira descomplicada como os bits são processados pelo seu PC. Ligue a calculadora e resgate alguns conceitos de matemática que você aprendeu na escola para fazer descobertas fantásticas!
A diferença entre o cálculo humano e computacional
Usando os dedos das mãos
O sistema decimal é um método de numeração de posição com base dez, no qual são utilizados os algarismos indo-arábicos (0 até 9). Essa técnica serve para a contagem de unidades, dezenas, centenas, entre outras casas decimais (lembre-se daquela tabela que sua professora de matemática da 5ª série explicou).528 = (5 x 100) + (2 x 10) + (8 x 1)
Se transcrevermos essa fórmula para a base dez, ela ficará desta forma:528 = (5 x 102) + (2 x 101) + (8 x 100)
Segundo levantamentos históricos, esse sistema de numeração foi adotado pelo homem devido à quantidade de dedos que temos nas mãos – únicos recursos que o homem primitivo tinha para contar as frutas colhidas, os integrantes do grupo ou os animais abatidos para sua alimentação.Um ou outro
Por sua vez, o sistema binário representa os valores com apenas dois algarismo: 0 (zero) ou 1 (um) – ou seja, esse método possui base dois. Essa forma de cálculo, sendo auxiliada pela lógica booleana, é mais simples para a execução das máquinas.O modo mais fácil para você transcrever um número inteiro do sistema decimal para o binário é dividi-lo por dois, anotar o restante (0 ou 1), pegar o quociente e dividi-lo novamente por dois. Faça esse mesmo processo até que o quociente final seja 1 (obrigatoriamente, a última conta deverá ser 2 ÷ 2). Para montar o numeral binário considere o algarismo 1 (essa é uma regra do cálculo) e depois siga a ordem de zeros e uns de baixo para cima.
Retomando o exemplo anterior, na base dois o número 528 seria construído conforme abaixo:
Portanto, o número 528 pode ser representado no sistema binário como 1000010000. Para o procedimento inverso, você deve selecionar separadamente cada dígito e contar sua posição. A unidade vale 1, a dezena vale 2, a centena vale 3 e assim por diante. O valor dessa posição será usado como o expoente da potência de base dois que orienta o cálculo. Usando o exemplo anterior, temos:
Some os valores obtidos para obter o valor no sistema decimal. Sendo assim, o número binário 1000010000 corresponde a:
512 + 16 = 528
Existem outros sistemas de numeração, como o octal (que usa oito símbolos para representar quantidades) e o hexadecimal (o qual utiliza seis letras, além dos algarismos indo-arábicos, para completar os cálculos). Ambos os métodos são usados na informática para a programação em linguagem de máquina.Ressaltamos que o sistema binário possui operações de soma, subtração, multiplicação e divisão. Além disso, ele contempla valores fracionários (números que possuem valores depois da vírgula) e negativos – os quais são definidos pelo programador no momento da codificação do software.
Não nos aprofundamos nesses assuntos porque acabaríamos fugindo do escopo do artigo, tornando-o muito complexo para um primeiro contato do público leigo. Caso você tenha interesse no sistema binário, procure por conteúdo mais técnico na internet e aumente seu repositório de conhecimento.
Depois da teoria devidamente exposta, nada melhor do que praticar. Você pode usar uma calculadora binária para facilitar o processo. O MyCalc2 e a Calculadora Online são alternativas para você realizar cálculos em um piscar de olhos!
O interruptor do PC
Usando a operação de apenas dois dígitos ou estados da álgebra booleana (sim ou não, verdadeiro ou falso, ligado ou desligado e 0 ou 1, por exemplo), o sistema binário permite que os computadores processem dados com maior efetividade.Qualquer valor diferente desses dois algarismos será desprezado pela máquina, fato que promove maior confiabilidade aos cálculos. Isso é uma grande vantagem em relação aos mecanismos que processam informações de maneira analógica, os quais são mais suscetíveis a “ruídos” (em outras palavras, distorções na transmissão de dados).
Aliado à lógica booleana, o sistema binário permite representar números, caracteres ou símbolos, e realizar operações lógicas ou aritméticas por meio de circuitos eletrônicos digitais (também chamados de portas lógicas).
O sistema operacional do PC identifica as combinações numéricas através do valor positivo ou negativo aplicado pelo programador aos zeros e uns do programa em execução. Assim, a leitura dos códigos binários funciona como um interruptor: quando o computador identifica o 1, a luz acende; ao se deparar com o 0, a luminosidade é apagada (são feitas milhares de leituras por segundo!).
Por meio desses sinais, a máquina pode realizar os cálculos e processamentos necessários para transformar o conteúdo codificado em um formato que possamos compreender – seja texto, imagem ou som.
Todos os softwares são codificados e armazenados com base no sistema binário. Isso significa que, se pudéssemos abrir o disco rígido do computador e ler o que está escrito nele, veríamos uma lista, aparentemente, interminável de zeros e uns.
Bits e Bytes
É válido lembrar que, na área computacional, um dígito binário (0 ou 1) é chamado de bit. O agrupamento de oito bits é denominado byte, o qual compõe os kilobytes, megabytes, gigabytes, entre outras notações que tanto vemos no mundo da tecnologia.O ASCII (American Standard Code for Information Interchange) é a codificação de caracteres de oito bits usada pelos computadores para a representação textual. É por meio dos códigos ASCII que o PC reproduz 256 caracteres, dentre os quais a maioria é usada na redação e processamento de texto – são as letras que usamos para escrever em editores, como o Word.
quarta-feira, 16 de março de 2011
CINTURÃO PERMITEVISUALIZARO FETOEM TEMPO REAL NA GRAVIDEZ
Melody Shiue, um designer industrial da Universidade de New South Walles, criou um projeto conceitual que possibilita assistir ao desenvolvimento do bebê ainda dentro do ventre da mãe. Batizado de PreVue, a ideia consiste em uma espécie de cinturão colocado sobre a barriga da mãe.
Na parte externa, um substrato de silicone, aliado a duas camadas de película, forma uma tela, alimentada por uma placa de circuitos. A placa é responsável por capturar imagens de ultrassom e transmiti-las para as camadas superiores. O resultado se assemelha a um “monitor” acoplado à barriga da mãe, exibindo em tempo real imagens da gestação.
Além do aspecto médico da proposta, que facilitaria bastante a vida dos obstetras, a ideia do designer é que o casal possa acompanhar a evolução do bebê e, com isso, tornar o período de gravidez um processo mais saudável.
Especialistas afirmam que, a partir da 18ª semana de gravidez, o feto já se torna capaz de reconhecer a voz da mãe, respondendo a estímulos. Dessa forma, é possível compreender melhor a personalidade do bebê, iniciando desde cedo um processo educativo por meio de estímulos específicos.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O RELÓGIO DE PULSO ENCONTRA NOVAS FUNCIONALIDADES
Por apenas US$ 149 você pode adquirir o relógio de pulso inPulse, o qual vem pronto para realizar outras funções além da exibição das horas. O novo acessório vem com processador de 52 MHz, 32 KB de memória RAM, tecnologia Bluetooth 2.1 e bateria de 150 mAh. Esta configuração de hardware seve para que o relógio possa trabalhar com pequenos apps e fornecer novas funcionalidades ao dispositivo de pulso.
Com bateria que dura até quatro dias (dependendo da utilização do Bluetooth), o inPulse deve ser perfeito para se tornar o novo gadget de muitos consumidores que abandonaram os relógios de pulso. Segundo o site oficial do produto, é possível adicionar apps próprios, os quais são facilmente programados através do SDK do dispositivo. O inPulse vem pronto para se conectar com o Windows, o Ubuntu e o Mac OS.
Vale frisar que o inPulse já vem com diversos apps próprios, sendo que a fabricante disponibiliza o código dos principais softwares. Tal fator possibilita que o consumidor analise os códigos e crie softwares a partir dos dados fornecidos. Alguns usuários já aproveitaram esta peculiaridade e desenvolveram softwares curiosos. Um dos mais impressionantes é o Doom (famoso game FPS), que você pode conferir no vídeo abaixo:
Aos interessados em desenvolver novos apps, fica a dica: a Allerta Inc. (fabricante do inPulse) fornece um fórum para discussões e publicações dos softwares. Definitivamente, parece que o relógio de pulso encontrou novas funcionalidades e deve achar interessados em breve. Para mais detalhes e aquisição do acessório, acesse o site oficial clicando aqui.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
LG OPTIMUS 3D É APRESENTADO DURANTE MWC 2011
Depois de muita espera, surge o primeiro smartphone 3D do planeta. A LG acabou de divulgar o aparelho, que aparece para fazer parte da família Optimus da fabricante sul-coreana. LG Optimus 3D dispensa o uso de óculos especiais, pois é fabricado com tela estereoscópica, similar à utilizada no Nintendo 3DS.
Já estavam sendo especuladas muitas informações a respeito do aparelho, ainda mais depois da divulgação de um vídeo que mostrava algumas das possibilidades oferecidas pelo LG Optimus 3D. Com os novos dados confirmados em release oficial, consumidores e imprensa podem ter certeza de que o smartphone será poderoso e que, principalmente, ele terá um forte apelo comercial.
Além da tela tridimensional de 4,3 polegadas, é preciso destacar também alguns outros recursos do LG Optimus 3D. A câmera digital integrada ao aparelho possui duas lentes, o que garante a gravação de vídeo em três dimensões. Há ainda conexão HDMI, que permite o envio das imagens gravadas para televisores HD.
A família Optimus caracteriza-se pela inauguração de gêneros: o LG Optimus 2X foi o primeiro superphone (utilizando processador Tegra 2) da CES 2011 e o LG Optimus Black foi o primeiro a possuir uma câmera frontal de 2 megapixels para conversas por vídeo. Com o LG Optimus 3D, ainda sem data ou preço definido, a LG confirma sua entrada no mercado de smartphones de uma vez por todas.
Especificações
- Tela: 4,3 polegadas com 3D sem óculos;
- Processador: OMAP 4 dual-core de 1 GHz;
- Câmera digital: lente dupla para gravação de vídeos em 3D;
- Conectividade: DLNA, 3G, Wi-Fi e Bluetooth.
CONCEITO DO WINDOWS PHONE 7 DA NOKIA É REVELADO
Poucos dias após as notícias relatando que a Nokia adotaria o Windows Phone 7 em futuros aparelhos surge uma imagem para deixar os consumidores ainda mais ansiosos. A notícia foi divulgada pelo Engadget que obteve acesso exclusivo a foto em questão.
Como se trata de um conceito inicial, não há como afirmar que esta será a aparência final do aparelho. O visual do novo smartphone parece uma fusão entre o Nokia N8 e o Nokia C7. Apesar de a imagem ter sido divulgada com muita agilidade, as especificações ainda são um mistério.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
PLANEJE SEU CASAMENTO COM O GOOGLE WEDDINGS
A Google não para nunca de criar novas funções para seus serviços. A mais recente produção chama-se Google Weddings, uma verdadeira central de planejamento para casamentos. O serviço, na verdade, é uma reunião de outros já disponibilizados pela empresa, como Google Docs, Picasa, Picnik e Google Sites.
Cada um deles está explicado na página do Weddings para que seja mais fácil a compreensão das funções oferecidas. Com o Google Sites é possível criar páginas personalizadas com a história do casal e até mesmo colocar dados sobre o evento. O Docs pode ser usado para criar convites e planilhas de planejamento para as finanças da data.
Depois da festa, o Picnik pode ser utilizado para editar as fotos tiradas e, então, compartilhá-las com os convidados, por meio do Picasa Web Albums. Para quem não quer gastar muito tempo com a personalização, há também uma série de temas pré-definidos que podem ser aplicados às páginas e convites.
OI INVESTE EM BANDA LARGA NO AMAZONAS E AMPLIA CAPACIDADE DE REDE DO ESTADO
A Oi é a única empresa que leva banda larga por fibra ótica à capital do Amazonas. Agora a companhia inicia nova fase de ampliação de capacidade de transmissão, visando a expansão da disponibilidade do serviço Oi Velox, reforçando compromisso da companhia com o desenvolvimento nacional.
O projeto faz parte do programa de investimentos da Oi para a Amazônia Legal, que inclui melhoria da atual rede de comunicação e ampliação de cobertura, contribuindo para acelerar o crescimento econômico da Região Amazônica.
A chegada da banda larga à capital amazonense via fibra ótica já beneficiou Boa Vista, que desde setembro de 2009 passou a contar com essa alternativa de acesso. Para que a ligação entre Manaus e Boa Vista fosse possível, aprofundando o processo de integração internacional, foram necessárias pelo menos dez licenças para a obra, sendo três federais e sete municipais.
A partir da concessão das licenças, os técnicos da Oi também precisaram superar uma série de adversidades geográficas, que demandaram um projeto de alta complexidade técnica que envolveu a utilização de diversas alternativas tecnológicas.
De Manaus, o cabo de fibra ótica atravessa um trecho de 784 quilômetros até Boa Vista (RR). Da capital de Roraima, os dados seguem para Caracas, na Venezuela, por redes óticas da Eletronorte e da Cantv.
A partir de Caracas, os dados são transportados pela rede da GlobeNet, subsidiária da Oi que opera um sistema de cabos de fibra ótica submarinos com 22 mil quilômetros de extensão. Da Venezuela, chega aos Estados Unidos e à cidade de Fortaleza por meio de um cabo submarino. Da capital cearense, o cabo segue para o Rio de Janeiro.
Investimento na Amazônia
A Oi estende a conexão de Manaus para outras localidades: Mucajaí, Iracema, Caracaraí, Rorainópolis, Nova Equador, Nova Colina, no estado de Roraima, e Presidente Figueiredo, no Amazonas. Em Mucajaí, Iracema e Caracaraí a banda larga já foi implantada. Em Rorainópolis, Nova Equador, Nova Colina e Presidente Figueiredo será implantada ainda no primeiro semestre deste ano.
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