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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Nokia 808 PureView está liberado para venda no Brasil

(Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)

Mais um produto da Nokia deve chegar em breve ao mercado nacional: a Anatel homologou o aparelho 808 PureView, que será lançado na Rússia e na Índia ainda no mês de maio – data confirmada pela empresa, que deve definir novos destinos nas próximas semanas.

Apresentado no Mobile World Congress 2012, o smartphone tem como destaque a câmera com lente Carl Zeiss e incríveis 41 MP, permitindo fotos em alta resolução e gravação de vídeos em 1080p. A liberação para venda é um grande passo para a chegada do aparelho nas prateleiras, mas a empresa ainda não definiu data ou preço para o 808 PureView no Brasil.

Fontes: TargetHD e Nokia

Como a tecnologia in-cell possibilitará celulares ainda mais finos

Aparelhos celulares e outros gadgets portáteis se beneficiaram muito com a miniaturização de circuitos, fazendo com que eles ficassem muito mais poderosos e ainda coubessem na palma da sua mão. Ainda assim, existe um componente que, comparado aos outros, tem se beneficiado menos com esta evolução minimalista: a tela.

O surgimento de novas funções, como a tela sensível ao toque, tem dificultado ainda mais o trabalho dos engenheiros para deixar os diplays menores e mais finos. Porém, uma nova tecnologia pode, finalmente, trazer para as telas os mesmos benefícios que os circuitos integrados trouxeram para as placas. Continue ligado nesta matéria do Tecmundo e saiba mais sobre a tecnologia in-cell.

A composição dos displays


As telas que tanto gostamos de ver em nossos smartphones e tablets são compostas por várias camadas diferentes. Na maioria dos displays, existe um projetor de luz no fundo, a qual é seguida pelo próprio painel LCD responsável por todas as cores exibidas. Depois, vem uma camada de vidro e, então, a camada com os eletrodos capacitivos que detecta os toques.

A composição da tela do iPhone (Fonte da imagem: Reprodução/How Stuff Works)

Por último, ainda existe o vidro externo que protege o conjunto todo. A espessura total desse “sanduíche” já foi bastante reduzida com a vinda da tecnologia AMOLED, em que os próprios pixels de LED funcionam como emissores de luz e eliminam a necessidade da camada luminescente no fundo.

(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

A Samsung conseguiu levar o conceito ainda mais adiante com o que ela chama de “Super AMOLED”, que faz com que o vidro externo e a camada capacitiva fiquem mais próximos (como mostra a imagem acima). Ainda assim, todas essas inovações não foram capazes de deixar de lado a camada de vidro que fica entre o painel colorido e o sensor de toques. Até agora.

Tecnologia in-cell


Este novo método de fabricação faz com que a camada que reconhece os toques fique diretamente sobreposta ao LCD, excluindo de vez o vidro que fica entre elas. Dessa forma, a espessura total do sanduíche que forma o display pode cair drasticamente, além do peso que também será reduzido.

Os benefícios da tecnologia in-cell vão ser ainda mais significativos na próxima versão do iPhone, caso ela seja adotada pela Apple. Diferente da maioria dos smartphones modernos, a tela do iPhone 4, chamada de Retina Display, continua a apostar nos benefícios do LCD IPS em vez transitar para o AMOLED.

Demonstração da Retina Dislplay no iPhone 4 (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Isso faz com que a luz de fundo continue a existir e também que o espaço economizado entre o painel de cristal líquido e a camada sensível ao toque seja muito mais valorizado. Apesar dos benefícios óbvios, várias complicações no processo de fabricação ainda deixam incertas o futuro dessa nova tecnologia.

Atualmente, a tecnologia in-cell ainda não foi adotada por nenhuma fabricante, mas as japonesas Toshiba e Sharp, principais fornecedores de telas no mundo, têm trabalhado para aplicar atualização em sua linha de montagem.

Assim como qualquer tecnologia nova, os reais benefícios dos displays in-cell só serão colhidos em longo prazo, já que os custos iniciais tendem a ser altos. Mesmo assim, a novidade é uma das mais promissoras entre as inovações nas telas dos gadgets da atualidade, e vale a pena acompanhá-la de perto.

Mouse Naga Hex da Razer ganha versão especial inspirada em Diablo III

(Fonte da imagem: Divulgação/Razer)

A Razer anunciou na última terça-feira (dia primeiro de maio) o lançamento de um novo mouse inspirado no universo de Diablo III. O produto foi batizado com o novo Naga Hex Wraith Red Edition, e conta com seis botões laterais que facilitam o acionamento das diferentes habilidades disponíveis no game. Vale notar que o dispositivo não possui nenhuma ligação oficial com o novo título da Blizzard, embora a inspiração no mundo demoníaco criado pela empresa seja evidente.

Segundo a fabricante, os botões do periférico são altamente resistentes e possuem uma ótima resposta, característica perfeita para um jogo em que é necessário ficar clicando constantemente sobre os elementos que aparecem na tela — o dispositivo permite fazer um total de 250 cliques a cada minuto.

Para completar, o Naga Hex Wraith Red Edition conta com precisão de até 5.600 dpi, o que possibilita interagir rapidamente com qualquer elemento mostrado na tela. Não é preciso esperar que o novo game da Activision Blizzard chegue às lojas para aproveitar o produto, que já está disponível nas lojas norte-americanas. Para levar o acessório para casa, é preciso desembolsar US$ 80.

Fontes: The Guru of 3DRazer

Via BJ

Tablet para games WikiPad vai contar com o serviço de streaming Gaikai

 
(Fonte da imagem: Divulgação/WikiPad Inc.)

Revelado durante a CES 2012, o tablet para games WikiPad já passou por diversas modificações desde sua apresentação inicial. A empresa responsável pela sua fabricação anunciou nesta quinta-feira (3 de maio) que o dispositivo vai ser compatível com o serviço de jogos por streaming Gaikai.

Com isso, você vai poder tirar o aparelho da caixa e começar a jogar uma grande variedade de títulos sem a necessidade de qualquer processo de instalação. Basta uma conexão com a internet e uma assinatura do serviço para ter um catálogo diverso de produções à sua disposição.

O WikiPad passou por algumas mudanças em seu design: no lugar da tela de 8,1 polegadas, entra um display de 10,1 polegadas. Segundo a fabricante, o produto agora é mais leve do que o planejado inicialmente, contando com um processador quad-core ainda não identificado, com direito a um modelo compatível com a tecnologia 3G.

O tablet conta com controles tradicionais em suas laterais, duas câmeras fotográficas (uma frontal e outra traseira), suporte a reprodução de vídeos em resolução 1080p, 8 GB de capacidade de armazenamento interno e compatibilidade com cartões microSD. Até o momento, permanece um mistério qual vai ser o seu preço e a data em que o dispositivo vai chegar às lojas.

Fontes: GaikaiJoystick

Nokia promete lançamento de vários tablets e dispositivos híbridos em breve

(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

Mesmo com o desempenho relativamente fraco do Lumia e declarando prejuízos de € 1,3 bilhões no primeiro trimestre de 2011, a Nokia está determinada a manter-se como um nome forte do mercado de tecnologia. Em uma entrevista concedida ao Financial Times, Jorma Ollila, presidente da empresa, afirmou que ela está pronta para lançar vários tablets e dispositivos híbridos que vão bater de frente com os produtos fabricados pela Apple e Samsung.

“Tablets são importantes, então esse assunto está sendo investigado, e vão existir híbridos diferentes, diferentes modelos no futuro”, declarou. Embora a companhia não tenha divulgado a data para o lançamento dos novos aparelhos eletrônicos, tudo indica que um tablet com Windows 8 e tela de 10 polegadas deve ser lançado ainda este ano.

Ollila não fez qualquer menção ao software que vai equipar os futuros dispositivos, mas a parceria da companhia finlandesa com a Microsoft não dá abertura para muitas especulações nessa área. Resta esperar para ver se os esforços da Nokia vão ser suficientes para reerguer a organização ou se vão se mostrar tardios frente ao crescimento constante da Apple e da Samsung.

Roupa muda de aparência de acordo com luz e ângulo de visão

Roupas imitam a iridescência de algumas espécies de peixes marinhos (Fonte da imagem: Chip Chick)

As roupas dinâmicas estão cada vez mais populares. Além das camisetas com equalizadores e detectores de sinal de Wi-Fi, agora chegou a vez das peças capazes de mudar de aparência de acordo com a iluminação do ambiente ou o ângulo de visão de quem a observa. Apoiando-se na difração ― e não na absorção ― da luz, a linha de roupas “Structural Colour”, da Rainbow Winters, ajudará você a ser notada onde estiver.

Em parte, as peças foram inspiradas na iridescência, um fenômeno óptico que acontece, por exemplo, nas penas do beija-flor ou asas de algumas espécies de borboletas. Mas, de acordo com a designer Amy Konstanze Mercedes Rainbow Winters, a ideia veio mesmo do mundo submarino, já que muitos peixes também costumam apresentar essa aparência furta-cor.

As peças dessa coleção abusam das chamadas cores estruturais, que se formam não pela interação de pigmentos, mas por efeitos de interferência que, no caso dessas roupas, são causados pelas ondas de luz. Dessa forma, é como se o traje ganhasse uma nova aparência sempre que interage com raios de sol.

Como conta o site Chip Chick, as peças são produzidas com uma forma de polímero de baixo custo. Além disso, a linha também inclui acessórios como joias e chapéus. E caso você compre alguma dessas peças e se arrependa depois, tente atravessar a rua ou trocar as lâmpadas de casa: pode ser que a mudança de iluminação torne-a mais interessante. 

Depois, agradeça à biomimética pela criação.

Algum dia será possível recriar o cérebro humano?

(Fonte da imagem: Thinkstock)

Não faltam cientistas das mais diversas áreas que, ao logo da história, vêm debatendo sobre a possibilidade — ou não — de recriar o cérebro humano. Entretanto, depois de tantos avanços tecnológicos, fica difícil não imaginar que um dia ainda será possível construir um cérebro artificial. E, de acordo com o site io9, dois ramos da ciência têm visões bastante interessantes sobre essa possibilidade.

Neurociência x ciência cognitiva


Enquanto a ciência cognitiva espera reproduzir o cérebro através do uso de códigos e algoritmos, a neurociência espera recriar as principais funções cerebrais através do uso de um computador. Contudo, ambas as ciências parecem vislumbrar a construção de um cérebro humano por meio do suporte digital, ou seja, do uso de uma máquina.

Debates sobre a Inteligência artificial


Você já deve ter ouvido falar de Alan Turing, um norte-americano que dedicou a vida ao estudo da inteligência artificial e considerado como o pai da computação moderna. Turing acreditava que qualquer função que pudesse ser computadorizada, consequentemente, poderia ser reproduzida por uma máquina. Portanto, qualquer atividade que pudesse ser fisicamente computada pelo cérebro também poderia ser computada por uma máquina.

Se qualquer processo informacional também é um processo computacional, então a mente, que seria um tipo de processo computacional realizado pelo cérebro, também pode ser reproduzida por uma máquina.

(Fonte da imagem: Thinkstock)

O que diz a ciência cognitiva?


De acordo com a ciência cognitiva, se uma nova mente vem ao mundo preparada para receber todo tipo conhecimento, isso a tornaria semelhante às máquinas, que são alimentadas com toda a carga de informações que armazenam. Através dos algoritmos certos, seria possível criar uma mente artificial como a de um bebê, sendo apenas uma questão de ensinar a ela tudo o que ela precisa saber.

Assim, uma estratégia bastante promissora seria, em vez de tentar replicar um cérebro humano fisicamente, entender como o seu "software" funciona, ou seja, determinar quais são os algoritmos da inteligência e a maneira como estão relacionados e interligados.

(Fonte da imagem: Thinkstock)

E a neurociência?


Entretanto, os neurocientistas acreditam que deveríamos nos inspirar no modelo original — o cérebro humano — em vez de tentar fazer com que uma máquina simule suas funções. Afinal, a própria evolução, seleção natural, etc. já fizeram com que a máquina perfeita fosse desenvolvida.

Mas, isso não significa recriar o cérebro fisicamente, tal qual o que temos dentro do crânio, mas sim suas principais propriedades em um suporte alternativo, como um sistema de computador. Ou seja, os neurocientistas não pretendem simular o funcionamento do cérebro humano, mas sim reproduzi-lo digitalmente.

(Fonte da imagem: Thinkstock)

Avanços necessários


Para conseguir entender como o “sistema computacional” do cérebro funciona, é necessário poder escaneá-lo fisicamente, para que possamos colher todas as informações necessárias; interpretar essas informações, para que seja possível construir um modelo de software compatível; e simular este enorme modelo em uma máquina.

Quando seria possível reproduzir um cérebro cibernético?


Infelizmente, ainda são necessários muitos anos de estudos multidisciplinares e o desenvolvimento de tecnologias que ainda não existem. E, embora alguns acreditem que em 2030 já será possível reproduzir um modelo artificial, o mais provável é que isso somente ocorra dentro de 50 ou 75 anos.

De qualquer maneira, é quase impossível prever exatamente, especialmente em vista de todos os avanços que vemos surgido por aí. E claro, se algum dia formos capazes de recriar o cérebro humano, o que nos impede de criar uma máquina ainda mais eficiente e inteligente que a original?

Fonte: io9

terça-feira, 1 de maio de 2012

EUA combaterão mísseis da Coreia do Norte com arma laser em Boeing 747

O Boeing 747 com arma laser parece ter saído de um filme de ação de baixo orçamento (Fonte da imagem: Missile Defense Agency)

Ainda em fevereiro deste ano, a Agência de Defesa contra Mísseis (MDA) dos Estados Unidos, havia anunciado o último teste com o Laser Aerotransportado (ABL), um Boeing 747 equipado com arma laser e que ficou conhecido como um dos projetos armamentistas mais furados do Pentágono. Agora, os militares norte-americanos querem reativar o desenvolvimento do ABL.

O plano, que parece ter saído de um filme de ação de baixo orçamento, como bem notado pelo site DVICE, possui algumas falhas e um preço absurdo. Além do valor proibitivo de US$ 1,5 bilhão (quase R$ 3 bilhões) para a idealização do avião, haveria o custo extra de quase US$ 100 mil (R$ 190 mil) para cada hora de voo.

Como se não bastasse, os críticos do projeto indicam que a arma não é tão eficaz assim, já que demonstrou possuir inúmeros problemas mecânicos e elétricos ao longo de seu desenvolvimento. Além disso, o laser possui um alcance baixo e não funciona muito bem sob determinadas condições climáticas. Outro argumento usado contra a continuação do ABL é o fato de que a Coreia do Norte, até o momento, se mostrou incapaz de lançar mísseis que pudessem representar uma ameaça aos Estados Unidos.

Fontes: WiredDVICE

Google Wave está oficialmente morto

Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo

Depois de ter anunciado, em agosto de 2010, o fim do Google Wave, a Google completa o funeral com a última pá de terra sendo lançada ontem (30) sobre o serviço. Seguindo o plano de desabilitar permanentemente projetos que não estavam indo bem, a empresa resolveu tirar do ar o sistema de comunicação e colaboração online, que já não podia ser editado desde o começo deste ano.

Os esforços voltados para o Wave agora serão empregados em produtos mais recentes, como é o caso do Google+. Além disso, como bem lembrado pelo The Verge, o Wave continua a ser desenvolvido pela Apache Software Foundation, permitindo que qualquer pessoa ou empresa possa manter o seu próprio servidor com o sistema.

Boeing 727 é derrubado para demonstrar queda de avião de passageiros

(Fonte da imagem: Vance Jacobs/Discovery)

O mistério sobre o que acontece durante a queda de um avião de passageiros está prestes a terminar: Curiosity, série do Discovery Channel, vai mostrar cada etapa da destruição de um Boeing 727. Dezenas de câmeras dentro e fora da aeronave captaram o momento em que o motor propositalmente parou de funcionar e tudo o que ocorreu em seguida.

O projeto foi realizado no Deserto de Sonora, no México, e contou com diversos equipamentos científicos, além de câmeras e microfones para captar cada cena e som ao longo da queda e colisão. Para garantir a segurança da equipe, o avião contava apenas com um piloto, que derrubou a aeronave e ejetou alguns instantes antes do impacto.

O avião levava manequins de teste para mostrar o comportamento dos corpos no momento da colisão. O projeto não tem apenas a intenção de matar algum tipo de curiosidade mórbida, mas, principalmente, criar registros para que pesquisadores e engenheiros tenham mais detalhes sobre impactos de grande porte. Assim, é possível projetar aeronaves mais seguras, tentando proteger ao máximo todos os passageiros no caso de acidentes.

O episódio ainda não tem data marcada para ir ao ar, mas as imagens devem ser publicadas ainda este ano. Segundo o Los Angeles Times, a Fox já havia tentado realizar a mesma experiência, mas o projeto acabou ficando de lado após reclamações de que os testes teriam intenções sensacionalistas e não educacionais, como é o caso da série do Discovery Channel.